O nosso dinheiro está em boas mãos

Opinião

A Câmara de Montijo, nos três anos de mandato tem feito uma gestão financeira sustentável e rigorosa e tem todos os anos apresentado um saldo positivo, que se mantém e que serve como fundo de maneio, para pagar a tempo e horas aos fornecedores e aos empreiteiros.
Cumprindo com os pagamentos nos prazos contratados consegue-se melhores preços e uma melhor qualidade dos serviços que nos prestam.


O Município é a grande casa da comunidade Montijense. Assim como cada um dos munícipes não pode gastar mais do que aquilo que ganha, também a nossa casa colectiva, as despesas não podem ser superiores às receitas. A Câmara tem que ser uma pessoa de bem não pode contratar nuns prazos de pagamentos e pagar noutros.
É assim a vida. Não é de mão estendida e devendo dinheiro a toda a gente que se credibiliza o Município e se consegue bons preços e fornecedores e empreiteiros cumpridores.
As oposições não viabilizaram os orçamentos de 1915 e 1917 que foram reprovados e a Câmara teve que ser gerida com os orçamentos do ano anterior. Foi a primeira vez na história democrática de Montijo que orçamentos não foram aprovados, quando todas as contas apresentadas têm tido resultados magníficos.
Na reunião de Câmara de 4ª feira, dia 12 de Abril, foram aprovadas as contas de 1916, com os votos favoráveis do PS e a abstenção dos vereadores da CDU e do PSD e que apresentam excelentes resultados, como a seguir se discrimina:
Taxa de realização de 102% na receita e 90% na despesa;
Saldo da execução orçamental de cerca de 4 milhões de euros;
Foi reduzida em 1,1 milhões de euros a dívida de médio e longo prazo;
Os resultados líquidos do exercício foram de 729.000 euros:
O prazo médio de pagamentos a fornecedores e empreiteiros foi de 6 dias;
Em 3 de Dezembro de 2016 a Câmara não tinha pagamentos em atraso.

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