GNR deparou-se com o filho morto no acidente no IC1 em Grândola (corrigida)

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Vítima chamava-se Rafael Vasconcelos. O pai, Jorge Vasconcelos, militar da GNR deslocou-se ao local e ficou em choque ao ver o filho morto

O condutor da viatura envolvida no acidente no IC1, em Grândola, chamava-se Rafael Vasconcelos, 20 anos, e era filho de um GNR que se deslocou ao local.

“Para o local do sinistro foi destacado Jorge Vasconcelos, militar da GNR de Grândola, que só no local percebeu que o filho, Rafael Vasconcelos, o condutor de 20 anos da viatura que se despistou, era uma das vítimas mortais”, pode ler-se no site do Jornal de Notícias (JN), adiantando que o pai do jovem ficou em estado de choque. Porém, ao que o DIÁRIO DA REGIÃO conseguiu apurar o pai da vítima mortal, Jorge Vasconcelos, não foi destacado para tomar conta da ocorrência, apesar de ter estado presente no local e de se ter deparado com a tragédia, que acabou por vitimar mortalmente mais dois jovens.

O JN identifica ainda que outra das vítimas era o amigo, Bernardo Rodrigues. Igor Paulino foi a terceira vítima mortal. Faleceu ontem, 28, após “uma operação ao cérebro, no Hospital Francisco Xavier, em Lisboa”.

Fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Setúbal indicou que o acidente ocorreu no IC1, no Bairro das Amoreira, em Grândola, tendo o alerta sido dado às 21h40 de terça-feira.

A reparação do Itinerário Complementar (IC) 1, entre Alcácer do Sal e Grândola, voltou assim a ser reivindicada, em comunicado, pela Comissão de Utentes daquela infra-estrutura viária, que defende o “direito de circular” com “qualidade e segurança”.

A Comissão de Utentes exige “que se promovam de imediato as necessárias e urgentes obras” na via entre as localidades de Alcácer do Sal e de Grândola, a que chama de “estrada da morte”.

Também o município de Alcácer do Sal voltou, num comunicado enviado à Imprensa, a “reclamar a urgente reparação do IC1” e pede a “intervenção vigorosa do primeiro-ministro”, argumentando que a estrada em causa é “um perigo constante para a vida das pessoas”, quando a reparação “já devia ter sido feito há, pelo menos, seis anos”

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